Dias desses me deparei com um problema estranho no Windows 7: ao tentar "adicionar ou remover recursos do Windows" uma opção do "Painel de Controle" para adicionar componentes como o IIS e outros, a janela exibia a mensagem "carregando" e simplesmente ficava em branco.
hummm...
Pesquisando o origem do problema, encontrei o que parecia ser a causa: um serviço do windows não iniciava e exibia a seguinte mensagem - "O serviço não foi carregado por falta de recursos" - algo assim.
Falta de recursos?!? Um fresh install do Windows 7, em um notebook com 4 gb de RAM e o HD sem dados?
Pesquisando, alguns artigos do Microsoft Technet depois, descobri um camarada aí de fora que descobriu qual recurso faltava: o tamanho do registro do Windows!
rs
Se você teve este problema, faça o seguinte para ajustar:
No regedit, navegue até:
HKEY_LOCAL_MACHINE\SYSTEM\CurrentControlSet\Control
E altere o valor RegistrySizeLimit para 41ffffff
Reinicie o computador e pronto!
Há!
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terça-feira, 2 de março de 2010
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Windows 7: para onde foi minha bateria?
Existe uma notícia correndo na internet (seria surfando? rsrs) de que um problema no gerenciamento de energia do Windows 7 - o novo sistema da Microsoft - que está acabando com a bateria dos notebooks de seu usuários.
Parece que alguns usuários notaram que suas baterias passaram a durar apenas 40 min. quando duravam em média 1h e 30 min.
Como o Windows é um sistema pago, o mínimo que a MS tem que fazer, em minha opinião, mesmo com suas clausulas leoninas de seu EULA, é ressarcir os usuários, já que se paga, e BEM, para o Windows gerenciar seu hardware.
Retirado do EULA - accesse aqui o EULA do Windows 7 Home Premium:
26. LIMITAÇÃO E EXCLUSÃO DE INDENIZAÇÕES. Você poderá pleitear da Microsoft e de seus
fornecedores apenas indenizações por danos diretos limitados ao valor pago por este
software. Não será possível recuperar quaisquer outros danos, inclusive danos
conseqüenciais, especiais, indiretos, incidentais ou por lucros cessantes.
Esta limitação se aplica a:
· toda e qualquer questão relacionada ao software, aos serviços ou ao conteúdo (inclusive código)
em sites ou programas de terceiros e
· reclamações por violação de contrato, violação de garantia ou condição, responsabilidade objetiva,
negligência ou outro ato ilícito extracontratual, de acordo com os termos da lei aplicável.
A limitação em questão também se aplicará caso:
· o reparo, a substituição ou o reembolso do software não constitua compensação plena por
quaisquer prejuízos ou
· a Microsoft souber ou tiver a obrigação de saber sobre a possibilidade das indenizações.
Alguns estados não permitem a isenção ou limitação de danos incidentais ou conseqüenciais.
Portanto, a limitação ou a isenção acima poderá não se aplicar a você. Essas isenções ou limitações
podem não ser aplicáveis no seu caso pelo fato de o seu país não permitir a isenção ou a limitação
de indenizações incidentais, conseqüenciais ou a outro título.
É esperar para ver, mas acredito que a MS DEVE pagar todos os seus usuários.
Ha!
Parece que alguns usuários notaram que suas baterias passaram a durar apenas 40 min. quando duravam em média 1h e 30 min.
Como o Windows é um sistema pago, o mínimo que a MS tem que fazer, em minha opinião, mesmo com suas clausulas leoninas de seu EULA, é ressarcir os usuários, já que se paga, e BEM, para o Windows gerenciar seu hardware.
Retirado do EULA - accesse aqui o EULA do Windows 7 Home Premium:
26. LIMITAÇÃO E EXCLUSÃO DE INDENIZAÇÕES. Você poderá pleitear da Microsoft e de seus
fornecedores apenas indenizações por danos diretos limitados ao valor pago por este
software. Não será possível recuperar quaisquer outros danos, inclusive danos
conseqüenciais, especiais, indiretos, incidentais ou por lucros cessantes.
Esta limitação se aplica a:
· toda e qualquer questão relacionada ao software, aos serviços ou ao conteúdo (inclusive código)
em sites ou programas de terceiros e
· reclamações por violação de contrato, violação de garantia ou condição, responsabilidade objetiva,
negligência ou outro ato ilícito extracontratual, de acordo com os termos da lei aplicável.
A limitação em questão também se aplicará caso:
· o reparo, a substituição ou o reembolso do software não constitua compensação plena por
quaisquer prejuízos ou
· a Microsoft souber ou tiver a obrigação de saber sobre a possibilidade das indenizações.
Alguns estados não permitem a isenção ou limitação de danos incidentais ou conseqüenciais.
Portanto, a limitação ou a isenção acima poderá não se aplicar a você. Essas isenções ou limitações
podem não ser aplicáveis no seu caso pelo fato de o seu país não permitir a isenção ou a limitação
de indenizações incidentais, conseqüenciais ou a outro título.
É esperar para ver, mas acredito que a MS DEVE pagar todos os seus usuários.
Ha!
quinta-feira, 16 de julho de 2009
O bug do GPS
Você pode ainda não estar acostumado com ele, talvez nunca tenha utilizado, mas já ouviu falar muito, e em muitos lugares do planeta, já é banal contar com um aparelho de GPS em qualquer lugar.
Muitas são as histórias bizarras contando com o "empurrãozinho" do melhor amigo do viajante...
O que acontece é que o GPS (Global Positioning System) é uma rede formada por 31 satélites espalhados ao longo da órbita da Terra. Para calcular a posição, cada satélite lança um sinal a caba bilionésimo de segundo com a localização e horário. O receptor capta estes sinais e calcula quanto tempo levaram para chegar até ele e a partir daí calcula sua distância de cada um dos satélites. Desta maneira, o aparelho faz a triangulação: sabendo sua distância dos 3 satlites, tem sua exata localização. Até aí, tudo bem.
O problema
Se um dos sinais falha ou não está disponível, o aparelho não tem coordenadas suficientes e exibe informações incorretas. Os satélites do GPS estão velhos, perto do fim de sua vida útil e podem começar a falhar a qualquer momento. Para o funcionamento do sistema, é necessário que ao menos 24 satélites estejam operantes. Se isso não acontecer, algumas áreas do planeta podem ficar sem cobertura, e ninguém sabe ao certo quais serão estas áreas.
Um estudo aponta que no ano que vem o sistema de confiabilidade estará abaixo dos 95%, patamar considerado ideal por militares. Muitos sistemas, desde transporte até turismo utilizam o GPS e eventuais panes podem causar sérios prejuízos em escala global.
Existem alternativas como o sistema da Rússia Glonass e a Europa está montando sua própria rede, a Galileo. Mas só será lançada em 2010, e as implicações para todos que utilizam o GPS são grandes.
Retirado da Super deste mês.
Muitas são as histórias bizarras contando com o "empurrãozinho" do melhor amigo do viajante...
O que acontece é que o GPS (Global Positioning System) é uma rede formada por 31 satélites espalhados ao longo da órbita da Terra. Para calcular a posição, cada satélite lança um sinal a caba bilionésimo de segundo com a localização e horário. O receptor capta estes sinais e calcula quanto tempo levaram para chegar até ele e a partir daí calcula sua distância de cada um dos satélites. Desta maneira, o aparelho faz a triangulação: sabendo sua distância dos 3 satlites, tem sua exata localização. Até aí, tudo bem.
O problema
Se um dos sinais falha ou não está disponível, o aparelho não tem coordenadas suficientes e exibe informações incorretas. Os satélites do GPS estão velhos, perto do fim de sua vida útil e podem começar a falhar a qualquer momento. Para o funcionamento do sistema, é necessário que ao menos 24 satélites estejam operantes. Se isso não acontecer, algumas áreas do planeta podem ficar sem cobertura, e ninguém sabe ao certo quais serão estas áreas.
Um estudo aponta que no ano que vem o sistema de confiabilidade estará abaixo dos 95%, patamar considerado ideal por militares. Muitos sistemas, desde transporte até turismo utilizam o GPS e eventuais panes podem causar sérios prejuízos em escala global.
Existem alternativas como o sistema da Rússia Glonass e a Europa está montando sua própria rede, a Galileo. Mas só será lançada em 2010, e as implicações para todos que utilizam o GPS são grandes.
Retirado da Super deste mês.
terça-feira, 2 de junho de 2009
Sobre o BUG de 2038
Muitos já devem ter ouvido falar do BUG do milênio, ou BUG do ano 2000.
Houve um grande alarde na época. Não hoveram grandes problemas, em parte porque muitas pessoas no mundo todo se empenharam em atualizar os computadores potencialmente problemáticos, em parte porque o problema não era tão grande assim.
Bem, agora o problema é diferente e parece ser maior. Pelo menos eu vejo assim.
O BUG:
Sistemas UNIX utilizam uma convenção chamada "UNIX EPOCH" que data de 1 de janeiro de 1970. Deste modo, é utilizado um número inteiro para representar as datas em segundos a partir deste dia.
Ex.: a data de hoje (02/06/09 - 10:57AM) é desde o UNIX EPOCH: 1243951022
Bem, até aí tudo bem certo?
Errado!
Como a tendência é do número aumentar conforme a data se afasta de 1970, e, nos sistemas que armazenam o tempo em 32 bits signed integer (sem tradução) isto fará com que a data reinicie.
Ou seja, o maior valor de um inteiro para ser representado computacionalmente nestes sistemas é de 32 bits.
Ao alcançarmos a data 18 de Janeiro de 2038 ás 9:14:07 PM os computadores não terão mais capacidade de representar o EPOCH. Imagine todos os servidores e aparelhos conectados que utilizam datas para realizar tarefas: rádios, aeroportos, semáforos, alarmes e toda a "parafernália" tecnológica de que dependemos cada vez mais.
Ok! E agora!?
Bem, faltando 26 anos para a data, acredito que teremos bastante tempo para modificar este BUG, porém, já conhecido há muito tempo, até agora não houve um esforço muito grande para corrigi-lo, pelo menos até onde sei.
Muitos especialistas dizem que este BUG não é tão grave quanto o anterior, mas eu acredito que é sim pior pois as funções que se baseiam no EPOCH são largamente utilizadas por programadores no mundo todo, os sistemas baseados em UNIX e BSD(sim, o BSD também tem o mesmo BUG) ganham espaço a cada dia e nossa depêndencia da tecnologia cresce exponencialmente a cada dia.
É esperar para ver.
Ha!
Houve um grande alarde na época. Não hoveram grandes problemas, em parte porque muitas pessoas no mundo todo se empenharam em atualizar os computadores potencialmente problemáticos, em parte porque o problema não era tão grande assim.
Bem, agora o problema é diferente e parece ser maior. Pelo menos eu vejo assim.
O BUG:
Sistemas UNIX utilizam uma convenção chamada "UNIX EPOCH" que data de 1 de janeiro de 1970. Deste modo, é utilizado um número inteiro para representar as datas em segundos a partir deste dia.
Ex.: a data de hoje (02/06/09 - 10:57AM) é desde o UNIX EPOCH: 1243951022
Bem, até aí tudo bem certo?
Errado!
Como a tendência é do número aumentar conforme a data se afasta de 1970, e, nos sistemas que armazenam o tempo em 32 bits signed integer (sem tradução) isto fará com que a data reinicie.
Ou seja, o maior valor de um inteiro para ser representado computacionalmente nestes sistemas é de 32 bits.
Ao alcançarmos a data 18 de Janeiro de 2038 ás 9:14:07 PM os computadores não terão mais capacidade de representar o EPOCH. Imagine todos os servidores e aparelhos conectados que utilizam datas para realizar tarefas: rádios, aeroportos, semáforos, alarmes e toda a "parafernália" tecnológica de que dependemos cada vez mais.
Ok! E agora!?
Bem, faltando 26 anos para a data, acredito que teremos bastante tempo para modificar este BUG, porém, já conhecido há muito tempo, até agora não houve um esforço muito grande para corrigi-lo, pelo menos até onde sei.
Muitos especialistas dizem que este BUG não é tão grave quanto o anterior, mas eu acredito que é sim pior pois as funções que se baseiam no EPOCH são largamente utilizadas por programadores no mundo todo, os sistemas baseados em UNIX e BSD(sim, o BSD também tem o mesmo BUG) ganham espaço a cada dia e nossa depêndencia da tecnologia cresce exponencialmente a cada dia.
É esperar para ver.
Ha!
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